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Justiça manda multar todos os agentes penitenciários e sindicato suspende paralisação
45 unidades prisionais do Estado tinham aderido ao movimento
21 de Outubro de 2017 às 18:55:57 Laura Holsback/Capital News 182 Facebook Google+ Twitter WhatsApp
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Foto: Divulgação

Paralisação dos agentes penitenciários do Mato Grosso do Sul que já durava quase uma semana foi encerrada nesta sexta-feira (20). A decisão pela suspensão do movimento que tinha como objetivo reclamar salário e condições de trabalho ocorreu depois de a Justiça determinar cobrança de multa diária no valor de R$ 500 para cada trabalhador. O anúncio foi feito em nota divulgada no site do Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária do Mato Grosso do Sul  (Sinsap), que estava à frente da paralisação. 

 

No texto, o sindicato agradece ao apoio da classe de trabalhadores e reclama que no início da paralisação, decisão judicial tornou o movimento ilegal. No decorrer dos dias o volume de decisões desfavoráveis aumentou e teve até pedido de prisão do sindicalista André Luiz Garcia Santiago. 

 

A nota também diz que diante da última determinação da Justiça que mandou cobrar multa diária de R$ 500 de cada servidor penitenciário, a paralisação estava sendo cancelada. “Em decorrência dessa nova decisão, que começa a refletir nas finanças dos servidores penitenciários, decidimos suspender o nosso movimento”, diz trecho do texto.

 

Portanto, serviços que tinham sido interrompidos como recebimento de visitas e banho de sol dos presos estão normalizados.

 

Adesão

 

O movimento teve adesão de 45 unidades prisionais, das 47 que fazem a custódia de presos no Estado, conforme divulgação do sindicato.

 

De acordo com o presidente do Sinsap, André Luiz, a mobilização foi “um grito de socorro diante de um Sistema caótico, com total insegurança”. Além da desvalorização profissional os servidores têm sofrido com o descaso da sua própria segurança, contestou. 

 

O sindicalista disse também que agentes são alvos de constantes ameaças por integrantes de facção criminos e que existiria até uma lista com sete nomes de agentes jurados de morte pelo Primeiro Comando da Capital (PCC).